Isto de fazer duas noites consecutivas é cansativo hein?!
Para ajudar à festa foi uma noite daquelas, cheia de peripécias..
Vou dormir...também mereço né :P ?
domingo, 20 de abril de 2008
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Pensar
"Substitui-te sempre a ti - próprio. Tu não és bastante para ti. Sê sempre imprevenido por ti - próprio. Acontece-te perante ti - próprio. Que as tuas sensações sejam meros acasos, aventuras que te acontecem. Deves ser um universo sem leis para poderes ser superior"
by..Fernando Pessoa
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terça-feira, 15 de abril de 2008
Tutor
Ora bem, hoje vou vos falar dos tutores, essas sombras que seguem todos os nossos passos
Tive até hoje cinco tutores que me marcaram por várias razões.
No ensino comunitário (centro de saúde tive como tutora uma enfermeira que me marcou de um modo muito importante. Seria a primeira tutora, ou seja, o primeiro exemplo real daquilo que quero, sempre quis, ser.
Estagiei lá durante 5 meses e posso dizer que guardo boas recordações porque aprendi muito sobre a relação com os doentes, que sendo uma área que valorizo muito, revelou-se fulcral no meu desenvolvimento como futuro enfermeiro.
Os quatro estágios seguintes foram todos em contexto hospital.
No primeiro desses estágio, posso dizer que encontrei o enfermeiro que, de todos os meus tutores, possui mais conhecimentos. Cada conversa com ele equivalia a 3 ou 4 dias de aulas na universidade e posso dizer que além do que aprendi ao nível teórico, conseguiu incutir um espírito de pesquisa que ainda hoje tento manter..( as vezes a preguiça não deixa..hehe).
As duas tutores que me acompanharam nos estágios seguintes são exemplos do que eu quero ser tecnicamente. Com elas tive oportunidade de desenvolver as técnicas que servem de base à pratica da enfermagem. Reconheço que por vezes sentia que era um grau de exigência exagerado, porque lembro me que em todas oportunidades diziam para eu ser eu a fazer. Logicamente agora que olho para trás percebo que essa exigência foi muito útil para me sentir mais à vontade perante essas técnicas.
Por fim, agora no último estágio, a minha tutora é uma enfermeira já com muita experiência "tutorial" e isso notou-se desde o primeiro momento..a integração.
Com pouco mais de um mês de estágio acho que tenho aprendido e optimizado as competências que julgo necessárias para ser um enfermeiro a sério:)
Tive até hoje cinco tutores que me marcaram por várias razões.
No ensino comunitário (centro de saúde tive como tutora uma enfermeira que me marcou de um modo muito importante. Seria a primeira tutora, ou seja, o primeiro exemplo real daquilo que quero, sempre quis, ser.
Estagiei lá durante 5 meses e posso dizer que guardo boas recordações porque aprendi muito sobre a relação com os doentes, que sendo uma área que valorizo muito, revelou-se fulcral no meu desenvolvimento como futuro enfermeiro.
Os quatro estágios seguintes foram todos em contexto hospital.
No primeiro desses estágio, posso dizer que encontrei o enfermeiro que, de todos os meus tutores, possui mais conhecimentos. Cada conversa com ele equivalia a 3 ou 4 dias de aulas na universidade e posso dizer que além do que aprendi ao nível teórico, conseguiu incutir um espírito de pesquisa que ainda hoje tento manter..( as vezes a preguiça não deixa..hehe).
As duas tutores que me acompanharam nos estágios seguintes são exemplos do que eu quero ser tecnicamente. Com elas tive oportunidade de desenvolver as técnicas que servem de base à pratica da enfermagem. Reconheço que por vezes sentia que era um grau de exigência exagerado, porque lembro me que em todas oportunidades diziam para eu ser eu a fazer. Logicamente agora que olho para trás percebo que essa exigência foi muito útil para me sentir mais à vontade perante essas técnicas.
Por fim, agora no último estágio, a minha tutora é uma enfermeira já com muita experiência "tutorial" e isso notou-se desde o primeiro momento..a integração.
Com pouco mais de um mês de estágio acho que tenho aprendido e optimizado as competências que julgo necessárias para ser um enfermeiro a sério:)
07:43
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Importância
As vezes pensamos por querer, outras vezes por não termos mais nada para fazer, pensamos porque sim, ou porque não, mas há momentos que nos fazem pensar, gestos,sons pessoas, sentimentos..momentos.
Vou vos contar um desses..momentos.
Ontem fiz noite e lá estava internada uma senhora considerada como " agitada". Na primeira vez que falei com ela pareceu me nervosa e tentei falar com ela, mas obtive uma resposta agressiva..apenas isso.
Mais tarde, já sobre a manha voltei la, para lhe dar a medicação das 7horas e tentei novamente falar com ela. Desta vez pareceu-me vulnerável e começámos a falar. Houve duas frases que retive... " porque é que nos tratam só como mais um?" ; " quero ir para casa porque estou farta de me sentir um objecto".
O que levará alguém a dizer/sentir isto..? Será que não é a altura de lembrarmos os princípios da enfermagem? Não trabalhamos com doenças...trabalhamos para pessoas com características únicas e individuais que merecem o nosso respeito.
No fim da conversa a D.M pediu desculpa por ter sido segundo ela "estúpida" e perguntou se me podia dar um beijinho...claro que sim.
Nestes momentos aprende-se mais que a ler um livro, aprendemos a ser pessoas-enfermeiros e não robots-enfermeiros.
Bem Haja. D.M
Vou vos contar um desses..momentos.
Ontem fiz noite e lá estava internada uma senhora considerada como " agitada". Na primeira vez que falei com ela pareceu me nervosa e tentei falar com ela, mas obtive uma resposta agressiva..apenas isso.
Mais tarde, já sobre a manha voltei la, para lhe dar a medicação das 7horas e tentei novamente falar com ela. Desta vez pareceu-me vulnerável e começámos a falar. Houve duas frases que retive... " porque é que nos tratam só como mais um?" ; " quero ir para casa porque estou farta de me sentir um objecto".
O que levará alguém a dizer/sentir isto..? Será que não é a altura de lembrarmos os princípios da enfermagem? Não trabalhamos com doenças...trabalhamos para pessoas com características únicas e individuais que merecem o nosso respeito.
No fim da conversa a D.M pediu desculpa por ter sido segundo ela "estúpida" e perguntou se me podia dar um beijinho...claro que sim.
Nestes momentos aprende-se mais que a ler um livro, aprendemos a ser pessoas-enfermeiros e não robots-enfermeiros.
Bem Haja. D.M
07:41
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segunda-feira, 14 de abril de 2008
Inicio
14-4-2008 o ínicio.
Olá.
Aqui fica o primeiro post de um blog onde pretendo contar as aventuras e desventuras de um estagiário de enfermagem.
Sou um aluno de 4ºano, possivelmente a poucos meses, de ser mais um a tentar arranjar emprego naquilo que sempre quis.
“A vida revela-se ao mundo como uma alegria. Há alegria no jogo eternamente variado dos seus matizes, na música das suas vozes, na dança dos seus movimentos. A morte não pode ser verdade enquanto não desaparecer a alegria do coração do ser humano.”
Rabindranath Tagore
assim me despeço..por hoje.
Olá.
Aqui fica o primeiro post de um blog onde pretendo contar as aventuras e desventuras de um estagiário de enfermagem.
Sou um aluno de 4ºano, possivelmente a poucos meses, de ser mais um a tentar arranjar emprego naquilo que sempre quis.
“A vida revela-se ao mundo como uma alegria. Há alegria no jogo eternamente variado dos seus matizes, na música das suas vozes, na dança dos seus movimentos. A morte não pode ser verdade enquanto não desaparecer a alegria do coração do ser humano.”
Rabindranath Tagore
assim me despeço..por hoje.
07:39
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